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os fatores uterinos podem influenciar, já que nutrição
inadequada, fumo e outras alterações na gravidez (anemia,
radiações, doenças infecciosas, etc. ) podem prejudicar
o desenvolvimento normal do feto. Após o nascimento todos esses
fatores continuam a ser valorizáveis e a carência afetiva
passa a ser um componente importante. Estudos mostraram que crianças
em ambientes de pais alcoólatras tinham o crescimento diminuído
e que voltavam a crescer quando afastadas desse convívio.
O sistema endócrino participa de forma crucial no crescimento normal do ser humano. As glândulas produzem diferentes hormônios que regulam a atividade do corpo e também o crescimento. Nesse caso são importantes a tiroxina produzida pela tireóide, o hormônio do crescimento produzido pela hipófise, os hormônios das adrenais e os hormônios gonadais (testículos e ovários). Para elucidar se o crescimento está ocorrendo de forma normal o endocrinologista avalia comparativamente a idade cronológica com a idade física, a correlação entre peso e altura, as proporções das partes do corpo e o desenvolvimento ósseo, além de um estudo laboratorial do funcionamento glandular com testes específicos para as glândulas envolvidas no crescimento. Detectada a causa da alteração estatural a correção deve ser instituída rapidamente pois a partir de determinado estágio puberal pode se ter pouco resultado terapêutico. O uso de hormônios (tiroxina, hormônio do crescimento, etc.) para reposição da deficiência pode corrigir o desvio e proporcionar a correção do atraso ou excesso estatural quando instituído precocemente. |