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Expiações
Trombetas Cabanas Sucot
 
Levítico 23
DISSE O SENHOR a Moisés:
 
Diga ao povo de Israel:
Façam algumas festas do Senhor, todos os anos
Para essas festas, a assembléia do povo será convocada. E o povo prestará culto a Mim.
Isto, além do santo descanso.

 
 
Começa com o alarde geral em feriado de 24hs avisando que na próxima lua cheia será Cabanas.
 
Esta é a Festa das Trombetas - (Yom Teruá), realizada em 15 de Tishrei
Levitico 23:24
 
A Festa das Trombetas: Será realizada no primeiro dia do sétimo mês. Nesse dia o povo terá respeitoso descanso. Mas é dia de comemoração de fatos passados. O povo se reunirá para cultuar a Deus. A festa ser� a feita ao som de trombetas. Ningu�m trabalhar� nas obriga��es costumeiras dos outros dias. Mas � preciso apresentar ofertas queimadas ao Senhor.
 
Cinco dias antes temos o feriado de 24hs reservado a an�lise dos erros cometidos. Esta prepara��o pessoal � feita em jejum.
� o "Dia do Perd�o" (Yom Kippur) que acontece em 10 de Tishrei.
Levitico 23:26-31
 
O Dia da Expia��o. � o dia dez do s�timo m�s. Isto �, nove dias depois da Festa das Trombetas. O povo ter� santa Assembl�ia diante do Senhor. Pensar� com tristeza nos pecados cometidos e apresentar� oferta queimada ao Senhor. Nesse dia ningu�m trabalhar�. � dia especial para fazer expia��o, para apagar os pecados do povo, diante do Senhor, o Deus de Israel. Quem n�o passar esse dia em arrependimento e tristeza pelo pecado, ser� expulso do povo.E ser� morto aquele que fizer algum trabalho nesse dia.  Esta lei � permanente em todos os lares e atrav�s de todas as gera��es de Israel. Pois esse dia � dia de respeitoso descanso. Nele voc�s ter�o de humilhar as suas almas. � o Dia da Expia��o. O santo descanso come�a na tarde do dia anterior e vai at� a tarde do dia seguinte.
 
 Cabanas
 
15-21 de Tishrei, s�timo m�s
Equin�cio da Primavera
Lev�tico 23:40 
  
“No primeiro dia da festa, peguem galhos carregados de frutas, folhas de palmeiras, galhos de �rvores de muita folhagem e ramos de chor�o. Fa�am tendas com os galhos e passem sete dias cheios de alegria na presen�a do Senhor.    
“Esta festa anual de sete dias � obrigat�ria para todas as gera��es. Por lei ser� celebrada no s�timo m�s.
 
fotos de cabanas que realizei
Fotos de cabanas que realizei

v�deos de cabanas que vou fazendov�deos de cabanas realizadas
 Cada um traz alguma oferta: alimentos e bebidas. (Deuteron�mio 16:17) 

Come�a a festa no por do sol do dia anterior, comendo e bebendo as ofertas. 
 

No primeiro dia,  instalar acampamento com folhas vicejantes e frutos nos galhos. (Lev�tico 23:40) 
 
           Reuni�o p�blica com ofertas de alimentos e bebidas. 

Este primeiro dia de reuni�o p�blica, n�o se trabalha.
 

Do segundo ao sexto dia trabalha-se mantendo o esp�rito festivo. O s�bado que acontecer nestes dias � respeitado como de rotina. 
 
 
No s�timo dia, 
 
           Reuni�o p�blica com ofertas de alimentos e bebidas. Este �ltimo dia de reuni�o p�blica, n�o se trabalha. 


 
 

 
 
 

Trombetas
1 de Tishrei
� o pre�mbulo da festa das cabanas, lembrando-se das coisas que aconteceram, fazendo ofertas a Deus, ao som de instrumentos de sopro.
 
Dia do Perd�o
10 de Tishrei
Arrependimento e tristeza pelo pecado. Limpeza,  deixando para tr�s aquilo que foi causa de arrependimento, preparando um novo ciclo, a novidade de vida que pulsa com a precess�o dos equin�cios, festejada a seguir com Cabanas. 
 
 (fonte ignorada) 
O ano agr�cola judaico se encerrava com a grande Festa dos Tabern�culos (em hebraico: Hag Sucot). Logo ap�s o ver�o, entre os meses de setembro a outubro, os israelitas se dirigiam para Jerusal�m para as grandes festas de outono (Rosh haShan� ["A Festa das Trombetas"], Yom Kip�r ["o Dia das Expia��es"] e Sucot ["a Festa das Cabanas"]), as quais se seguiam uma ap�s a outra durante o 7� m�s do calend�rio judaico.
 
A Festa das Cabanas se tornou um dos momentos mais felizes do ano lit�rgico judaico. A antiga literatura judaica (Fl�vio Josefo, no seu livro Antiguidades Judaicas, e o Talmude) descreve como era a celebra��o dessa festa nos dias do segundo templo em Jerusal�m. Multid�es de peregrinos vinham de todas as partes de Israel e do mundo, e chegavam a Jerusal�m em caravanas coloridas e festivas. Uma vez em Jerusal�m, eles preparavam e habitavam em tendas de ramos ao longo das ruas, no p�tio do templo, sobre os telhados das casas, nos montes e vales ao redor da cidade. A cidade de Jerusal�m estava toda decorada com ramos de oliveira, palmas, salgueiros, frutas frescas e flores. Os peregrinos levam sempre consigo ramos de palma e murta que agitavam com alegria enquanto participavam dos servi�os religiosos no templo, das ora��es e do c�ntico do Halel, a cole��o de salmos de louvor (Salmos 113-118). 
 
A cerim�nia mais marcante da festa era intitulada "O Regozijo no Local da Retirada da �gua" (em hebraico: Simchat Beit haShoav�). Durante o ano, a cada dia, ap�s o sacrif�cio ter sido queimado, uma oferta de vinho era derramada sobre o altar (chamada geralmente de liba��o). Durante os dias da Festa de Tabern�culos, al�m da liba��o de vinho, era derramada tamb�m uma de �gua. A cada manh� da festa, os sacerdotes faziam soar as trombetas, de modo longo e penetrante, aos primeiros raios do sol. O povo se despertava ent�o para mais um dia com exclama��es de alegria e j�bilo. Os sacerdotes desciam ent�o ao tanque de Shiloach ("Silo�"), levando consigo um frasco de ouro para ench�-lo de �gua, e retornavam ao templo de forma cadenciada e pausada, ao som das trombetas. Ap�s o sacrif�cio e de ter entoado o Halel, os sacerdotes, segurando os ramos e frutos da terra prescritos em Lev�tico 23, rodeavam o altar de bronze, o qual estava adornado com ramos frescos de salgueiro, e recitavam as palavras do Salmo 118:25: "Oh! Salva-nos, Senhor, n�s Te pedimos!" O sacerdote respons�vel pelo servi�o do dia subia ent�o a rampa do altar de bronze e derramava a �gua do frasco de ouro sobre uma bacia de prata, e vinho sobre uma segunda bacia. Na seq��ncia, de forma simult�nea, o conte�do de ambas bacias era derramado sobre o altar e todos os presentes irrompiam em j�bilo exclamando: "Eis que o Senhor Deus � a minha for�a e o meu c�ntico.... V�s com alegria tirareis �guas das fontes da salva��o" (Isa�as 12:2-3). Na tradi��o judaica, esta cerim�nia comemorava a "Rocha" da qual brotou "�gua viva" e que acompanhou os israelitas durante a sua peregrina��o no deserto (ver �xodo 17:1-7; N�meros 20:2-13; 21:16-18) e que era s�mbolo de Deus e do Messias.
 
A segunda cerim�nia mais marcante da festa ocorria de noite. Quatro grandes candelabros de sete bra�os, contendo no topo de cada bra�o v�rios litros de �leo e pavios feitos de vestes sacerdotais desgastadas, iluminavam toda a �rea do templo e a cidade de Jerusal�m. Um orquestra tocando flautas, harpas, c�mbalos e tambores, acompanhava uma prociss�o de tochas, na qual havia dan�as e grande regozijo entre os peregrinos. Enquanto isto, o coral de Levitas, posicionado nas escadarias internas do templo, entoava os "Salmos de Ascens�o" (Salmos 120-134). Estas cerim�nias noturnas eram momentos de grande alegria e marcavam profundamente o esp�rito da festa. 
 
A descri��o das Festas dos Tabern�culos na B�blia Hebraica e nos escritos judaicos nos ajuda a compreender v�rias passagens da B'rit Hadash� ("Novo Testamento") que est�o diretamente relacionadas com esta festa, ou que evocam os temas da mesma. Os cap�tulos 7-10 da Evangelho de Jo�o s�o um exemplo disto. Jo�o 7:37-38 nos diz que no �ltimo dia de uma Festa dos Tabern�culos, Jesus se levantou perante todos em Jerusal�m e exclamou que Ele era a verdadeira fonte da "�gua viva", numa direta refer�ncia � cerim�nia matutina do "Regozijo no Local da Retirada da �gua". No mesmo dia, Ele tamb�m declarou ser a "luz do mundo" (Jo�o 8:12), numa refer�ncia � cerim�nia noturna. Em Jo�o 9, Ele cura um cego de nascen�a como demonstra��o de ser Ele a luz do mundo (Jo�o 9:5). Jesus lhe aplica lama aos olhos e depois ordena-lhe que os lave no tanque de Shiloach ("Silo�"), local de onde era retirada a "�gua viva" a cada manh� da festa. Assim Jo�o 9 une os dois temas (luz e �gua) apresentados nos cap�tulos anteriores. Em Jo�o 10, Jesus se apresenta como o "Bom Pastor" e como a "Porta" (vss. 7, 9) atrav�s da qual se entra para a salva��o, numa alus�o direta ao Salmo 118:20 ("esta � a porta do Senhor, por ela entrar�o os justos"), o principal salmo que era entoado ao longo da festa.
Deuteron�mio 16:13-17
 
 Outra celebra��o, a festa dos Tabern�culos - ser� feita durante sete dias, no  fim das colheitas, depois que os cereais tenham sido recolhidos nos celeiros, e que as uvas tenham sido espremidas para a fabrica��o de vinho.  
Ser� alegre ocasi�o em que voc� e todos os de sua casa - incluindo os criados, e tamb�m os levitas, os estrangeiros, as vi�vas e os �rf�os de sua cidade - festejar�o juntos.  
 "Esta festa ser� realizada no santu�rio edificado no local que o Senhor escolher. Estes sete dias festivos ser�o de alegria e de a��o de gra�as pelas b�n��os de Deus derramadas sobre Israel - dando colheitas abundantes e permitindo sucesso em todos os empreendimentos. Ser� ocasi�o de imensa alegria!"  
Tr�s vezes por ano, todo homem de Israel dever� comparecer ao santu�rio, diante do Senhor Nosso Deus, para as seguintes festas:  
A Festa dos P�es sem Fermento (ou P�es �zimos);  
A Festa das Semanas (ou Pentecostes);  
A Festa dos Tabern�culos (ou das Tendas de Ramos).  
"Nas tr�s ocasi�es, levar� uma oferta ao Senhor. Cada um dar� o que puder, de acordo com as b�n��os recebidas. Mas ningu�m ir� � presen�a do Senhor Nosso Deus de m�os vazias. 
 
Deuteron�mio 31:10-13
 
Mois�s deu estas ordens da parte do Senhor: "Estas leis dever�o ser lidas a todo o povo no fim de cada sete anos - justamente no Ano do Resgate - por ocasi�o da Festa das Tendas. Nessa ocasi�o, todo o Israel comparece � presen�a do Senhor, no lugar escolhido por Ele para santu�rio. "Convoquem e re�nam todos - homens, mulheres, crian�as e os estrangeiros que estiverem nas cidades de Israel. Todos dever�o ouvir e aprender estas leis, para que respeitem o Senhor Nosso Deus e obede�am a todos os mandamentos ordenados por Ele. Fa�am isso. Assim, os seus filhos - que n�o conheceram estas leis - ouvir�o e aprender�o a ter respeito pelo Senhor Nosso Deus todos os dias de vida que Israel tiver na Terra Prometida."  
 
 
Lev�tico 23:33-41
  
 O Senhor mandou Mois�s falar ao povo sobre outra festa: “A Festa das Tendas. � no dia quinze do s�timo m�s hebraico. Quer dizer que a festa � realizada cinco dias depois do Dia da Expia��o – nos �ltimos dias de setembro ou come�o de outubro. A Festa das Tendas deve durar sete dias. 
“No primeiro dia, o povo se reunir� em assembl�ia sagrada. Ningu�m trabalhar� nesse dia. “Em cada um dos sete dias, ser�o apresentadas ofertas queimadas ao Senhor. No oitavo dia ser� realizada outra assembl�ia santa, com o oferecimento de sacrif�cios queimados ao Senhor. � dia de reuni�o solene. Fica proibido todo trabalho. 
“S�o estas, pois, as festas do Senhor. Festas que devem ser realizadas regularmente, todos os anos. S�o ocasi�es de santo descanso, em que o povo � convocado para assembl�ia sagrada, para apresentar ao Senhor ofertas queimadas. As ofertas s�o de cereais, de animais sacrificados e de bebidas. Cada coisa no tempo certo. “Todas estas realiza��es ser�o feitas al�m das ofertas normais feitas nos outros dias, tanto as ofertas de livre vontade como as que s�o feitas para cumprir promessas ou em obedi�ncia � Lei. 
“No dia quinze do s�timo m�s, ao terminar a colheita, voc�s come�ar�o os sete dias de festa. E tanto no primeiro dia como no oitavo, ter�o santo descanso. 
“No primeiro dia da festa, peguem galhos carregados de frutas, folhas de palmeiras, galhos de �rvores de muita folhagem e ramos de chor�o. Fa�am tendas com os galhos e passem sete dias cheios de alegria na presen�a do Senhor. 
“Esta festa anual de sete dias � obrigat�ria para todas as gera��es. Por lei ser� celebrada no s�timo m�s.
 
 
   
 
N�meros 29:12-38
Neemias 08:14-18
II Cr�nicas 08:13
Esdras 03:04
Jo�o 07:02-14
 
Veja o calend�rio hebraico para esclarecer as datas.
Um dia desejei festejar... agora posso imaginar como vale a pena ser. 
 
 
 
 
     
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