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Nuts, coconut meat, rawScientific Name: Cocos nucifera
USDA Nutrient Database for Standard Reference, Release 14 (July 2001) |
Luiz Roberto Salvatori Meira <falecom@luizmeira.com> 24 de
agosto de 2008 01:41
Para: Edson Ribeiro <ribeiro@habisfera.net> Cco: Rosa Petrus <rosapetrus@gmail.com> Oi Edson,
Coco é um fruto, exibirá caracterísicas de induzir
o equilíbrio metabólico como todas as sementes.
Fruto é o que envolve
as sementes. Pode ser grande, pequeno ou quase inexistente... diferenciando-se
de folhas, caules e raízes. Ao englobar num só conceito busco
a simplicidade, propondo um só referencial. Isto é restringir
o conceito original que versa "sementes e frutos". Assumi isto desde
há 15 anos onde estou verificando a eficácia desta restrição.
A imprecisão da palavra semente induz a busca do esclarecimento,
que amplia o conceito para castanhas, legumes e cereais, além das
frutas.
Quanto maior a quantidade, melhor; pois induz mais ao equilíbrio. Por ser gorduroso influencia de forma marcante o equilíbrio lipídico, induzindo o emagrecimento. Vale a pena lembrar outros dois aspectos do metabolismo lipídico:
A formação da camada externa das células, a capa.
é constituída de duas camadas de lipoproteínas. O
equilíbrio das gorduras induz a formação de capas
mais íntegras, reduzindo a anisocitose endêmica no sexo feminino.
Aniso (forma) cito (célula) formatos diferentes, porque não
tem substâncias equilibradas para fazer a camada firme, com a forma
original. Esta é a forma de anemia mais frequente entre nós.
A parede celular dos virus também contém lípides.
O óleo de Coco é conhecido como auxiliar no tratamento de
viroses crônicas como a hepC. Utilizar o óleo puro considero
drástico e desequilibrado, melhor o Coco maduro, in natura; assim
estaremos colhendo os benefícios do equilíbrio de substâncias
que ainda não conhecemos mas que seguramente contribuirão
para o crescimento do broto ou para o nosso equilíbrio nutricional.
Quanto às colocações da CARLA CONTE, resumo em implementar
o uso da fruta in natura. Tenho insistido aos clientes que incorporem o
Coco à Culinária cotidiana, especialmente na forma de Coco
maduro ralado (fresco). Pode ser conservado em freezer e utilizado diretamente,
sem esperar descongelar. Assim fica mais seco e rijo. Melhor em tamanho
de lascas finas.
Secar ao sol numa assadeira durante dois dias oferece uma textura crocante e permite conservação por período mais prolongado. Flocos crocantes de Coco maduro, in natura, sem adição de qualquer outro ingrediente...huuummmm orgânico por natureza, fácil de conservar e transportar. Fácil de comer sozinho, acompanhado em doces ou salgados... e ainda faz bem, quanto mais, melhor!.... num acredito!!!!
Traz ainda outro conceito interessante: os produtos integrais ao induzirem
o equilíbrio também são auto-limitados, evitando a
overdose. Explicando melhor, ao comer algum tipo de castanha não
conseguimos exagerar, pois induz o vômito (Nux vomica).
Voltando à CARLA CONTE, vale a pena lembrar que: Leite de Coco e Coco Ralado industrial apresenta GLICEROL, o mesmo que glicerina, resíduo de processamento de ossos bovinos e suínos.
2008/8/23 Edão <bardoedao@habisfera.net>
Olá pessoal... Vejam e comentem!!!
Abuse do coco e enxugue a barriga
Os óleos láuricos são óleos obtidos de coqueiros nativos de países tropicais. Se destacam, frente a outros tipos de gorduras, pela sua concentração elevada de ácido láurico, componente importante do leite materno humano, para o fortalecimento imunológico do bebê. Pesquisas cientificas demonstram que o ácido láurico possui a capacidade de aumentar o sistema imunológico pela ativação da liberação de uma substância chamada interleucina 2 (Wallace, F A et al.), que faz a medula óssea fabricar mais células brancas de defesa (isso é muito bom para quem tem imunidade baixa como pessoas com AIDS e Câncer). Além disso, os óleos láuricos agem como antiinflamatórios pela inibição da síntese local de prostaglandinas (PGE2) e interleucina 6 que são substâncias pró-inflamatórias presentes em quadros reumáticos, artrites e inflamações musculares. Ou seja, eles são antiinflamatórios. Quando o ácido láurico chega aos nossos intestinos ele é quebrado pela enzima lípase e se transforma em monolaurina. A monolaurina é absorvida pelos intestinos e vai ao sangue. Esta substância, cujo precursor é o ácido láurico, destrói a membrana de lipídios que envolve os vírus bem como torna inativas bactérias, leveduras e fungos. A ação atribuída a monolaurina é a de que ela solubiliza os lipídios contidos no envoltório dos vírus, causando a sua destruição. Há assim uma potencial atividade antiviral e anti-bacteriana desta substância contra vírus perigosos como Epstein-Barr, causador da mononucleose e bactérias como aHelicobacter pylori, principal causa hoje do câncer do estômago (Enig, M.; Issacs, C.E. et al. & Kabara J.J. et al.). De fácil absorção, os óleos láuricos não necessitam de enzimas para sua digestão e metabolismo. No fígado, rapidamente se transformam em energia, gerando calor e queimando calorias, o que leva à perda de peso. De fato, por este efeito, o uso destes óleos têm se tornado famoso internacionalmente em dietas de emagrecimento, pois são o único tipo de gordura que ao ser metabolizada pelo corpo, não é estocada na forma de tecido gorduroso (St-Onge, M.P. et al. & Van Wymelbeke, V., et al.). Podem ser usados na culinária em substituição aos tradicionais óleos empregados na cozinha o que progressivamente reduz os depósitos de gordura localizada, levando ao emagrecimento natural e redução de problemas como a celulite. Algumas observações levaram à descoberta que óleos láuricos estimulam a função da glândula tireóide. O bom funcionamento desta glândula, faz com que o mal colesterol (LDL) produza hormônios que reduzem a velocidade de envelhecimento do corpo como o DHEA, pregnenolona e a progesterona. Estes hormônios reduzem sintomas associados à menopausa e tensão pré-menstrual na mulher, problemas cardiovasculares, obesidade, entre outras doenças. Estudos científicos mais recentes demonstraram que os óleos láuricos não aumentam os níveis de colesterol como se pensava, mas muito pelo contrário, eles balanceiam os níveis do bom colesterol (HDL) no sangue (Enig, M. & Hostmark et al & Kaunitz e Dayrit & Awad). As pesquisas antigas com óleo de côco e que mostravam o contrário haviam sido feitas com óleo de côco parcialmente hidrogenado. Nenhum de nossos óleos passa por processo de hidrogenação, que pode dar origem à formação de gordura trans, que aumenta os níveis de colesterol e favorece o surgimento de câncer. Os óleos láuricos reduzem a oxidação do mau colesterol (LDL) no sangue prevenindo doenças cardiovasculares. Óleos láuricos também ajudam a diminuir a compulsão por carboidratos (açúcar, doces, biscoitos, etc) devido a não estimularem a liberação de insulina. A maioria dos óleos poliinsaturados dificultam a entrada da insulina e nutrientes para dentro das células, deixando-as literalmente "famintas", a gordura de coco "abre as suas membranas", não somente permitindo que os níveis de glicose e insulina se normalizem, como também melhorando sua nutrição e restabelecendo os níveis normais de energia. Óleos láuricos possuem um ótimo desempenho na cozinha por serem muito estáveis sob altas temperaturas. Na cozinha, não há nenhuma gordura melhor: diminuem o mau colesterol (LDL), ajudam a manter o peso, aumentam a imunidade, e protegem contra doenças cardiovasculares. O ácido láurico pode fazer estes óleos endurecerem em temperaturas inferiores a 23º graus. Em dias frios, para fazer a gordura voltar ao estado líquido, basta deixar a embalagem do óleo no sol da manhã ou aquecer em banho maria, que a gordura volta ao seu estado natural liquido. Você também pode apertar a garrafa levemente até que a gordura saia Há 3 tipos principais de coqueiros dos quais atualmente se obtém óleos ricos em ácido láurico: Coco da praia (Cocus nucifera), do qual se obtém a "água de côco" e óleo rico em ácido láurico de sua polpa branca. Para ser empregado existem as versões extra-virgem (rico em vitamina E e aroma de côco), ou refinado (praticamente inodoro). Coco babaçu (Orbignya oleifera), árvore brasileira e que fornece uma castanha rica em um óleo contendo óleo láurico. Praticamente só é comercializado óleo refinado, pois o óleo virgem possui um aroma de côco muito forte para uso na cozinha ou massagem. Coco palmiste (Elaeis guineensis) obtido do caroço da palma. Praticamente só é comercializado óleo refinado, pois o óleo virgem possui um aroma de côco muito forte para uso na cozinha ou massagem. A vantagem deste produto é que ele não apresenta o cheiro que o babaçu ou óleo de côco eventualmente trazem, mesmo sendo refinados. O refino não altera as qualidades naturais destes óleos devido à sua grande estabilidade ao calor e este processo não envolver o uso de produtos químicos prejudiciais à saúde. Há uma vantagem no uso dos óleos de côco palmiste e côco babaçu frente ao côco da praia, que é um custo mais baixo destes óleos com os mesmos resultados. O uso destes óleos como veículos carreadores para massagem, ou em bases de cremes é uma excelente alternativa que apresenta as vantagens de: 1. Não rançar facilmente, mesmo em contato com água
em bases de cremes e possuir alta durabilidade.
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> Nesse artigo a Hep C é mencionada tambem
> como uma das viroses na qual a monolaurina
> poderia ter efeito positivo
> ------------------------------------------
> Monday, August 14, 2000
>
> Coconut oil promises to be anti-viral agent
> Kavitha Venkatraman
> --------------------------------------------------------------------------
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>
> Chennai: Can coconut oil reduce the viral load of HIV patients? Initial
> trials have confirmed that coconut oil or monolaurin has an anti-viral
> effect that reduces the viral level in HIV-AIDS patients to undetectable
> levels, University of the Philippines,' Emeritus professor of pharmocology
> Conrato S Dayrit said.
> A minimum of 50 ml of coconut oil would contain 20 to 25 grams of
lauric
> acid, which indicates that the oil is metabolized in the body to
release
> monolaurin which is an antibiotic and an antiviral agent. Among the
> saturated fatty acids, lauric acid has the maximum antiviral activity,
he
> said. Based on this research, the first clinical trial using monolaurin
as
> monotherapy on some of the HIV patients was conducted recently. Fifteen
> patients were given nearly 50 ml of coconut oil for a period of six
months.
>
> By the end of the first three months of trials viral levels of seven
> patients had gone down and by the sixth month viral counts in the
others
had
> gone down substantially, he said. These patients originally had viral
levels
> ranging between 1960 to 1,190,000.
>
> More and more therapies on monolaurins have to be designed and done
before
> the definitive role of such coco products can be determined, he said.
With
> such products the outlook for more efficacious and cheaper anti HIV
therapy
> will be improved. These monolaurins also have profound use in cosmetics
and
> is now appearing to be effective for dental cares, peptic ulcers,
benign
> prostatic hyperplasia, genital herpes, and hepatitis C, said Dayrit.
> According to the Ayurvedic classics, coconut oil, nourishes the body
and
> increases strength, Michigan State University professor Emeritius
and
> consultant to private industries J Kabara said. The oil was also
valued
for
> its antimicrobial properties. Different preparations of this oil
promote
> luxurious hair growth and protect the skin from bacterial, protozoal,
and
> viral infections. Fresh lauric oil is wholesome to heart and relieves
skin
> troubles.
>
> He also clarified that the campaign against coconut oil was baseless
as
> coconut oil does not lead to coronary heart disease in human beings.
All
> evidences presented earlier were based on the researches done on
various
> species of animals which were given coconut oil along with the necessary
> dose of essential fats.
>
> On the contrary, the human epidemiologic evidence proves that coconut
oil
is
> safe.
>
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